sábado, 2 de junho de 2007


A semana toda no trabalho eu e Carlos procuramos oportunidade de estar junto sem causar suspeitas nos outros. A troca de olhares a cada vez que passávamos um pelo outro era intensa. Estávamos os dois ainda excitados com a tarde maravilhosa que passamos juntos.
Ele criou muitas situações para que eu pudesse ir na sala dele, mas sempre tinha alguém por perto, e então enrolávamos falando sobre trabalho. Até que um dia quase todos foram a uma reunião fora do setor. Ficamos apenas eu, Carlos e Ruth, uma funcionária bastante desligada e que não perdia oportunidade de papear no telefone. Quando Carlos percebeu que Ruth estava no telefone, e sabia que ia demorar papeando com uma amiga, me chamou na sua sala.
Eu já estava molhadinha pois sabia que iria rolar alguma coisa. Quando entrei na sala Carlos estava com a calça aberta e o pau, duro e lindo, pra fora. Fiquei mais excitada ainda, sentindo um misto de desejo forte e medo de ser descoberta. Ele, para disfarçar, falou alto: me ajuda a examinar esse documento, e fez um gesto para eu ficar ao lado dele. Não me fiz de rogada. Não me aguentava mais, queria gozar de novo, meu corpo estava em brasas.
Fiquei em pé ao lado dele e ele começou a alisar minhas pernas, começando pelo tornozelo foi subindo, alisando minhas coxas por dentro. Instintivamente abri as pernas e dei espaço para ele me aproveitar melhor. Com a outra mão Carlos segurava firme o pau, duro, apontando pra mim.
Ele foi alisando minhas pernas, subindo, subindo, até que chegou na minha xotinha.
Começou a alisar a xota por cima da calcinha. Minhas pernas tremiam de tanto desejo e tesão, e começei a ficar mais molhada. Carlos sentiu o líquido molhar minha calcinha e afastou-a, enfiando o dedo na minha xota com toda força, metendo e tirando bem rápido, cada vez mais forte. Gozei ali mesmo, um gozo forte de escorrer pelas minhas pernas e molhar o chao.
Quando Carlos viu o meu gozo escorrendo pelas minhas pernas se ajoelhou e lambeu-o todo até sua boca chegar na minha xota e continuou me chupando e enfiando a lingua no meu buraquinho. Pedi para ele parar um pouco, me ajoelhei em frente a sua cadeira, peguei o pau dele com as mãos e chupei muito gostoso. Queria mostrar pra ele como eu tinha aprendido direitinho. Chupei aquele membro lindo e durinho até ele gozar em silêncio, pois não podíamos fazer barulho.
Carlos pegou uns guardanapos na gaveta da sua mesa e quando já ia limpar o seu pau, tomei os guardanapos da mão dele e fiz um gesto dizendo que eu é quem iria limpá-lo. Devagar fui retirando todo a porra derramada. Guardei esse guardanapo com a porra do Carlos como se fosse uma relíquia por muitos anos.
Marcamos de nos encontrar no dia seguinte, no mesmo local da primeira vez, que passamos a chamar de Nosso Ninho.
Voltei pra minha sala com as pernas bambas e a xotinha ainda latejando de prazer.
Dormi naquela noite suspirando e esperando o dia seguinte para me dar todinha para o meu homem.

5 comentários:

Alex disse...

Bom dia...

Texto recheado de sensualidade... Vc escreve muito bem, a leitura flui e o desejo vai aumentando.. é delicioso ler o que vc escreve... Continue nos deliciando...

Anônimo disse...

Vc é maravilhosa. Continue nos brindando cada vez mais com suas histórias! Ficarei aguardando a próxima, hein}!

Desejos Intensos disse...

Rapazes (Anônimo e Alex)

Obrigada pelos elogios. Que bom que gostaram.
Voltem sempre, serão muito bem vindos nos meus Desejos Intimos.
Comentem aqui, comentem com os amigos.
Tem muita história pra contar... acho que no final vai dar um livro - rs rs rs

beijos,

Desejos Intensos disse...

Anônimo,

Acho que vc não é mais tão anônímo assim.... rs rs rs.
Se for quem eu acho que é... acho que em breve vai compartilhar comigo este espaço aqui.

beijos,

Anônimo disse...

boa noite
estou escrevendo de portugal. descobri este blogue e adorei a sua maneira de escrever. 10 estrelas mesmo.
continua. eu quando tiver tewmpo volatrei de certeza absoluta.
abraço forte
antónio